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Quando procurar uma casa de repouso?

Escolher um espaço de atendimento para um familiar não é fácil. Esse momento, muitas vezes, faz com que a família evite ou adie o máximo possível a sua tomada de decisão, buscando alternativas variadas para atender seu idoso da melhor forma. Citamos alguns exemplos comuns:
- Mudança de casa e apoio dos membros da família;
- Contratação de um auxiliar, cuidador formal ou não;
- Contratação de serviços de saúde domiciliar, fisioterapeutas, T.O, Fonoaudiólogos, psicólogos, etc.
- Atividades externas como passeios, visita a familiares e outras situações.

Com o processo de envelhecer, surgem inúmeras situações clinicas e funcionais, inerentes a maioria das pessoas, que fazem com que seja necessário a ampliação do cuidado e adaptação de uma nova rotina, seja em um ambiente externo ou até mesmo em sua residência. Ocorre um rearranjo familiar, visando dar condições para que o idoso possa manter-se independente e ativo por mais tempo. A tentativa é sempre criar uma opção para evitar o isolamento e o distanciamento social do idoso. Esse caminho é natural e muito mais comum do que se imagina. Com o passar do tempo, de forma simplificada, o idoso começa a apresentar dificuldades que antes não era percebidas, aumentando a carga de atenção e cuidados.

E agora, o que vamos fazer???? Onde vamos buscar apoio????

Esse é o momento de se pensar em uma instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI), conhecidos popularmente como casas de repouso, casas de idosos, asilos(não utilizamos mais esse termo) e outros tantos nomes. Pensando nisso, acreditamos que algumas dicas são importantes para auxiliar a família, buscando oferecer uma alternativa para uma decisão assertiva. Vamos lá…

Primeiramente, quando buscamos um lugar para nosso familiar, ESTAMOS PEDINDO AJUDA. Isso mesmo, pedimos ajuda para cuidar de alguém que no exato momento, apresenta uma necessidade diferenciada de atenção, carinho e cuidado. Ajuda no sentido de oferecer uma melhor qualidade de vida para idoso, seja ampliando sua convivência ou auxiliando nos cuidados básicos. Essa necessidade precisa ser acolhida também, já que em nossa experiência, percebemos que a família muitas vezes necessita de um apoio emocional diferenciando, pois a transição para uma instituição exige do familiar decisões difíceis de serem tomadas.

A partir deste primeiro contato, a relação entre família e instituição se estabelece para criar condições próprias para que o idoso possa adaptar-se a um novo olhar, uma nova opção de atendimento e uma oportunidade de convivência ampliada, com atividades e o cuidado necessário a sua situação atual, que serão realizadas de forma conjunta (IDOSO – CUIDADOR -INSTITUIÇÃO – FAMÍLIA). Essa parceria visa dar condições dignas para o acolhimento nesta fase da vida, auxiliando de forma profissional o cuidado ao idoso e sua família.

Citamos algumas opções existente em um espaço como a Maioridade:

Acompanhamento por equipe especializada, com profissionais treinados para o atendimento ao idoso;
Oferta de atividades adaptadas as necessidades individuais;
Atividades em grupo terapêuticos;
Suporte psicológico;
Criação de rotina direcionada para atividades da vida diária;
Supervisão clínica;

Cada história é única e transformadora, possibilitando um aprendizado dinâmico com o passar do tempo, pois o idoso começa a adaptar-se a situação de acolhimento em uma nova casa, participando e colaborando de forma diferenciada no seu cuidado diário.

Assim, pensando neste oferta de atendimento como uma nova possibilidade, devemos entender que este tipo de espaço existe para quem precisa e para que possa colaborar no melhor atendimento aqueles que já passaram de seus 60 anos. Sendo assim, função de toda casa, acolher o idoso e seus familiares para que possam se sentir em sua própria casa.

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